quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Destaques do Cinema de 2010

Pegando uma caroninha básica no post anterior que falou sobre cinema, que tal falarmos sobre os detaques do cenário cinematográfico neste ano de 2010?! O New York Times fez uma sessão de fotos incríveis com os catorze principais nomes das telonas no decorrer deste ano. O diário nova-iorquino classificou as fotos como justa homenagem aos atores e atrizes que fizeram bonito e trouxeram talento além do glamour que já apresentam fora das salas de cinema.

Dentre as fotos e personalidades escolhi quatro para comentar por aqui, então vamos a eles!


Michael Douglas. 2010 não foi um dos melhores anos para Douglas. Após ser diagnosticado com um câncer na garganta, o marido de Katherine Zeta-Jones teve que enfrentar ao longo do ano sessões de quimioterapia, além do bafafá homérico da imprensa que não perdeu a oportunidade de abordar a doença do ator. Porém o que realmente impressionou foi a atuação do ator em “Wall Street 2 – O Dinheiro Nunca Morre” de Oliver Stone e sequencia de “Wall Sreet – Poder e Cobiça” de 1987, que rendeu a Douglas um Oscar de Melhor Ator. A atuação no segundo filme da trama, já rendeu uma indicação como Melhor Ator Coadjuvante do Globo de Ouro de 2011. Particularmente não gostei muito do filme, achei um pouco parado, mas mostra bem a crise financeira que atingiu os EUA em 2008 e como funciona o mercado de ações na bolsa de valores mais famosa do mundo: Wall Street.



James Franco. Sim, o Harry do Homem-Aranha... o amigo de Peter Parker não tem porque reclamar de 2010. Foi escolhido como homem do ano pela revista americana GQ e atuou ao lado de Julia Roberts em “Comer, Rezar e Amar”, mas foi sua atuação em “127 horas” que impressionou aos críticos.
O filme que foi aplaudido de pé na sua exibição em Toronto também proporcionou uma reação incomum à platéia: muitos desmaiaram com uma cena do longa. 127 Horas é o novo filme do renomado diretor Dany Boyle, diretor de “Quem Quer Ser Um Milionário” e conta a história verídica de Aron Ralston, alpinista americano que luta pela sobrevivência, após uma rocha cair sobre seu braço e aprisioná-lo por 127 horas em um isolado cânion em Utah. Baseado no livro Between a Rock and a Hard Place, do próprio Aron Ralston, e usando depoimentos exclusivos dele para o filme, 127 Horas tem recebido elogios da critica especializada tanto pela qualidade da direção quanto pela atuação de Franco que rendeu uma indicação ao Globo de Ouro como Melhor Ator. “127 horas” tem estréia prevista por aqui só em fevereiro de 2011!

Se não bastasse tudo isso, Franco foi escolhido para apresentar a cerimônia do Oscar 2011 ao lado de Anne Hathaway, que chaaaaato!




Natalie Portman. Neste ano Natalie se tornou o novo rosto da Dior e estrelou o longa “Black Swan” que ainda não estreou no Brasil. A atriz teve que perder 9 kg para interpretar a bailarina Nina e enfrentou duras criticas da imprensa que chegou a abordar uma suposta anorexia. O filme é dirigido por Darren Aronofsky (diretor de Réquiem Para um Sonho) e trata-se de um suspense psicológico ambientado no mundo do balé de Nova York. Nina (Portman) é uma bailarina veterana que compete com a sua principal rival, Lilly (Mila Kunis – a Jackie de That 70’s Show) para pegar o papel principal em um espetáculo. A questão é que a personagem de Portman não sabe se Lilly realmente existe ou se é apenas fruto da sua imaginação.
O filme abriu o Festival de Veneza e de Cannes, além disso, tanto Portman quanto Kunis receberam indicações ao Globo de Ouro por suas atuações, Melhor Atriz de Drama e Melhor Atriz Coadjuvante de Drama, respectivamente.




Jesse Eisenberg. O ator impressionou com sua atuação na pele de Mark Zuckemberg, o criador do Facebook nas telonas no filme “A Rede Social” (para saber mais sobre o filme leia o post anterior!)

Para quem gostou das fotos e quer ver as outras no site do New York Times tem até um vídeo com bastidores e todas as fotos. Mas e aí gostaram das postadas aqui? Não deixem de comentar.

Rafaela Righetti

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Nas Telonas

"A Rede Social" conta a história do nerd que virou o mais jovem bilionário com diálogos inteligentes e atuações convincentes

Que as redes sociais dominam o mundo digital todo mundo está cansado de saber, mas e como foi feita a rede social mais popular nos EUA, senão em todo o mundo, o Facebook? A resposta podemos encontrar no filme “A Rede Social” que está nas telonas de todo o país.

O filme conta a, no mínimo contraditória, história de Mark Zuckerberg ,criador do Facebook, o nerd sem vida social que se tornou um bilionário dos sites de relacionamento e fez tantos inimigos pelo percurso. O foco do filme não é mostrar a vida do rapaz pós-facebook, mas sim a história por trás do processo de criação até chegar à dimensão que temos hoje, passando pela vida universitária em Harvard, os processos jurídicos e as reviravoltas pessoais na vida do gênio das redes sociais, brilhantemente interpretado por Jesse Eisenberg.


Onde tudo começou: Mark criou o Facebook em seu dormitório enquanto era estudante de graduação da Harvard
Aliás, a boa atuação dos protagonistas é um ponto positivo do filme, até mesmo Justin Timberlake, famoso por suas músicas e nem tanto por sua atuação em outros filmes, faz um bom trabalho na pele do criador da Napster, Sean Parker. O personagem de Justin aparece como contraponto entre Mark e Eduardo Savrin, brasileiro (não se anime no filme mal se cita isso) e co-fundador do Facebook, interpretado por Andrew Garfield.

O filme dirigido por David Fincher, diretor de “Seven” e “Clube da Luta”, foi escolhido como o melhor do ano pela Associação Nacional de Críticos de Cinema dos Estados Unidos e tem tudo para ser indicado ao Oscar, principalmente como Melhor Roteiro Adaptado, já que corresponde a adaptação do livro “Bilionários por Acaso”. O longa recebeu seis indicações para o Globo de Ouro, melhor roteiro, melhor filme de drama, melhor ator de drama para Jesse Eisenberg, melhor ator coadjuvante para Andrew Garfield, melhor direção e melhor trilha sonora.

Com uma história curiosa, diálogos inteligentes e a impressionante demonstração da mente de um gênio dos computadores o filme se torna uma ótima opção de entretenimento, vale a pena conferir!



Rafaela Righetti

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Leitura de Férias

Já estamos em dezembro, o clima natalino já está em todo lugar e o ritmo de férias para muitos também. É justamente nessa época do ano que cabe uma leitura leve e fácil que não pede muito do leitor, mas que ao mesmo tempo divirta, não é mesmo?! Uma boa opção para esse tipo de livro é “À caça de Harry Winston” de Lauren Weisberg, autora do best-seller “O Diabo Veste Prada” que teve sucesso absoluto na adaptação às telonas.

O livro, que tem 428 páginas, pode assustar pelo tamanho, mas de forma rápida e clara a autora conta a história de três amigas, Emmy, Leigh e Adriana, intercalando episódios da vida de cada uma o que torna a leitura mais dinâmica. Conforme se aproximam dos trinta anos, o livro narra quando essas três amigas percebem que suas vidas não são tão boas quanto parecem e fazem um pacto para mudá-las radicalmente. Todas relacionadas com o casamento, aliás, Harry Winston corresponde a uma tradicional marca de jóias que tem as mais luxuosas, caras e lindas alianças de noivado.

“Emmy estava a dois passos do casamento perfeito quando seu namorado a trocou pela personal trainer. Leigh é considerada o novo talento na editora onde trabalha, mas sua vida amorosa não anda tão bem quanto pensava. A brasileira Adriana odeia a palavra compromisso. Para ela, quanto mais homens melhor. As três amigas decidem fazer um grande pacto: mudar radicalmente suas vidas em um ano. Será que elas vão conseguir?”

O que também dá um quê a mais na leitura do livro é o fato de Adriana ser brasileira, o que acaba cativando de uma forma ou outra o público brasileiro, mesmo com as descrições de Adriana terem aquele típico esteriótipo estrangeiro de que “sou brasileira, sou maravilhosa e ainda...entendo de homens”.

O livro compreende a mais um romance do estilo check lit, literatura dedicada ao público feminino que estourou com o “Diário de Bridget Jones” que também ganhou sua adaptação cinematográfica. Aliás, com “À caça de Harry Winston” não será diferente, os direitos de adaptação foram comprados pela Universal e em breve estará nas telonas. Então se você não gosta de ler é só esperar chegar aos cinemas, mas se está em busca de uma leitura de férias ou mesmo um presente de Natal #ficaadica.

Rafaela Righetti

sábado, 20 de novembro de 2010

Dica pro fim de semana


Hoje e sábado, dia de promover um batimento capilar trifásico cazamiga, certo?

Entao o seis pitadas traz pra voce dicas de música pra todo tipo de cabelo!


Primeiro, pra voce que quer bater o cabelo até descolar da cabeça:

Crystal Castles - Baptism

Pra voce que quer uma vibe mais releax:

The Informers - Only You

Acordou do rock?

Depeche Mode - I feel you

Uma vibe neon?

Kesha - Dinosaur

Quer pagar de indie na balada?

Le tigre - Deceptacon

Funk?

Mc Gi - Quer romance


Só quer beber? baixa tudo e seja feliz.


beijokas.;


Nayara Luchetti

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Dica de Livro


Uma dica de livro pro feriado é o "1001 filmes pra ver antes de morrer". Da serie 1001, que possui outras lista, esse de filmes é especialmente bom.

É divido por decádas e com certeza resume a história do cinema desde seu surgimento até 2007, o ano da publicação.

Para quem ama clássicos, filmes B ou só esta afim de curtir um filme de entretenimento, o livro não deixa a desejar, contém sinopses com uma pitada de crítica, características de direção e até curiosidades de backstage.

Para os amantes do cinema o mais legal é que no inicio ele possui um índice em forma de checklist, pra voce marcar os que ja viu, e quem sabe, conseguir completar os 1001.

Nayara Luchetti

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Investindo


Investir na bolsa de valores pode parecer uma coisa bastante complexa e chata, mas não é! Cada vez mais, jovens e "pessoas comuns" procuram esses tipos de investimentos e estão se saindo muito bem. É que além dos investimentos estarem mais difundidos existem diversas facilidades no meio econômico. Investir na bolsa de valores não requer fortuna nem experiência, o que mais conta é paciência, determinação e acima de tudo boa assessoria e vontade de aprender cada vez mais.


Existem diversas empresas especializadas em prestar atendimento e consultoria aos investidores em potencial, além de oferecerem palestras gratuitas, algumas ainda prestam o serviço sem cobranças, o lucro do profissional vem de acordo com o retorno do investimento, ou seja, uma porcentagem do lucro é repassada ao consultor.


O mais legal de tudo é que não existe mais aquele negócio de pessoas gritando no telefone, loucas, vermelhas e suando. Agora é tudo pelo computador e dá até pra acompanhar os investimentos em casa, via internet pelo Home Broker. Esse sistema pela internet existe desde o final da década de 90 e atualmente as operações podem ser feitas até mesmo pelo celular, através do Mobile Broker, é muita tecnologia, não?!




Ótima maneira de começar a pensar no futuro e ainda por cima ficar por dentro do mundo dos negócios, afinal mulheres de negócios são muito chiques!





Gabriela








quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Eleição ou Abstenção?

Entre votar e curtir o feriadão muitos dos "eleitores" brasileiros ficaram com a segunda opção

No último domingo todos os eleitores brasileiros votaram para a sucessão presidencial, quer dizer, nem todos. Apesar de o voto ser obrigatório em território nacional, para maiores de 18 anos com a documentação em dia, muitos optaram por justificar seus votos e deixar a eleição à mercê dos votos dos outros, sem necessariamente concordar com o resultado. O número de abstenção bateu recorde no segundo turno, com 21,47%, maior índice registrado desde 1989 quando o Brasil voltou a eleger seu governante de forma direta.

Em vista que na última eleição presidencial em 2006 o índice também foi alto, 18,99% dos eleitores não votaram no segundo turno, medidas para evitar esta abstenção eram necessárias. Primeiramente, a data que foi estipulada não contribui para a presença no segundo turno, pelo contrário estimula a ausência já que correspondeu a um domingo em meio a um feriado. Brasileiro que sempre gosta de dar seu jeitinho, prefere viajar e não votar, e o jeitinho da vez é justificar.

A justificativa para se ausentar nas eleições é outra medida que deveria ser melhor esclarecida para nós eleitores. É no mínimo ambíguo o fato do voto que é obrigatório poder ser justificado, se tornando não-obrigatório. A justificativa deveria ser mais bem apurada e utilizada em casos extremos. Aos políticos antes do pedido pelo voto faz-se necessária a demonstração da importância do exercício deste.
O pior disto tudo é que vamos nos deparar por longos quatro anos com a hipocrisia dos que não exerceram seu “poder” de voto questionando os aspectos políticos e econômicos do país. A conseqüência deste ato só vai ser refletida quando de alguma forma a política que será adotada pela nossa futura presidenta, Dilma Rouseff, atingir estes “eleitores” individualmente. Afinal, a abstenção foi uma decisão individual em uma questão coletiva, e é justamente aí que está o problema, enquanto se pensar em política individualmente em uma democracia não se pode esperar muito do eleitorado brasileiro.

Rafaela Righetti


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