terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Nas Telonas

"A Rede Social" conta a história do nerd que virou o mais jovem bilionário com diálogos inteligentes e atuações convincentes

Que as redes sociais dominam o mundo digital todo mundo está cansado de saber, mas e como foi feita a rede social mais popular nos EUA, senão em todo o mundo, o Facebook? A resposta podemos encontrar no filme “A Rede Social” que está nas telonas de todo o país.

O filme conta a, no mínimo contraditória, história de Mark Zuckerberg ,criador do Facebook, o nerd sem vida social que se tornou um bilionário dos sites de relacionamento e fez tantos inimigos pelo percurso. O foco do filme não é mostrar a vida do rapaz pós-facebook, mas sim a história por trás do processo de criação até chegar à dimensão que temos hoje, passando pela vida universitária em Harvard, os processos jurídicos e as reviravoltas pessoais na vida do gênio das redes sociais, brilhantemente interpretado por Jesse Eisenberg.


Onde tudo começou: Mark criou o Facebook em seu dormitório enquanto era estudante de graduação da Harvard
Aliás, a boa atuação dos protagonistas é um ponto positivo do filme, até mesmo Justin Timberlake, famoso por suas músicas e nem tanto por sua atuação em outros filmes, faz um bom trabalho na pele do criador da Napster, Sean Parker. O personagem de Justin aparece como contraponto entre Mark e Eduardo Savrin, brasileiro (não se anime no filme mal se cita isso) e co-fundador do Facebook, interpretado por Andrew Garfield.

O filme dirigido por David Fincher, diretor de “Seven” e “Clube da Luta”, foi escolhido como o melhor do ano pela Associação Nacional de Críticos de Cinema dos Estados Unidos e tem tudo para ser indicado ao Oscar, principalmente como Melhor Roteiro Adaptado, já que corresponde a adaptação do livro “Bilionários por Acaso”. O longa recebeu seis indicações para o Globo de Ouro, melhor roteiro, melhor filme de drama, melhor ator de drama para Jesse Eisenberg, melhor ator coadjuvante para Andrew Garfield, melhor direção e melhor trilha sonora.

Com uma história curiosa, diálogos inteligentes e a impressionante demonstração da mente de um gênio dos computadores o filme se torna uma ótima opção de entretenimento, vale a pena conferir!



Rafaela Righetti

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Leitura de Férias

Já estamos em dezembro, o clima natalino já está em todo lugar e o ritmo de férias para muitos também. É justamente nessa época do ano que cabe uma leitura leve e fácil que não pede muito do leitor, mas que ao mesmo tempo divirta, não é mesmo?! Uma boa opção para esse tipo de livro é “À caça de Harry Winston” de Lauren Weisberg, autora do best-seller “O Diabo Veste Prada” que teve sucesso absoluto na adaptação às telonas.

O livro, que tem 428 páginas, pode assustar pelo tamanho, mas de forma rápida e clara a autora conta a história de três amigas, Emmy, Leigh e Adriana, intercalando episódios da vida de cada uma o que torna a leitura mais dinâmica. Conforme se aproximam dos trinta anos, o livro narra quando essas três amigas percebem que suas vidas não são tão boas quanto parecem e fazem um pacto para mudá-las radicalmente. Todas relacionadas com o casamento, aliás, Harry Winston corresponde a uma tradicional marca de jóias que tem as mais luxuosas, caras e lindas alianças de noivado.

“Emmy estava a dois passos do casamento perfeito quando seu namorado a trocou pela personal trainer. Leigh é considerada o novo talento na editora onde trabalha, mas sua vida amorosa não anda tão bem quanto pensava. A brasileira Adriana odeia a palavra compromisso. Para ela, quanto mais homens melhor. As três amigas decidem fazer um grande pacto: mudar radicalmente suas vidas em um ano. Será que elas vão conseguir?”

O que também dá um quê a mais na leitura do livro é o fato de Adriana ser brasileira, o que acaba cativando de uma forma ou outra o público brasileiro, mesmo com as descrições de Adriana terem aquele típico esteriótipo estrangeiro de que “sou brasileira, sou maravilhosa e ainda...entendo de homens”.

O livro compreende a mais um romance do estilo check lit, literatura dedicada ao público feminino que estourou com o “Diário de Bridget Jones” que também ganhou sua adaptação cinematográfica. Aliás, com “À caça de Harry Winston” não será diferente, os direitos de adaptação foram comprados pela Universal e em breve estará nas telonas. Então se você não gosta de ler é só esperar chegar aos cinemas, mas se está em busca de uma leitura de férias ou mesmo um presente de Natal #ficaadica.

Rafaela Righetti

sábado, 20 de novembro de 2010

Dica pro fim de semana


Hoje e sábado, dia de promover um batimento capilar trifásico cazamiga, certo?

Entao o seis pitadas traz pra voce dicas de música pra todo tipo de cabelo!


Primeiro, pra voce que quer bater o cabelo até descolar da cabeça:

Crystal Castles - Baptism

Pra voce que quer uma vibe mais releax:

The Informers - Only You

Acordou do rock?

Depeche Mode - I feel you

Uma vibe neon?

Kesha - Dinosaur

Quer pagar de indie na balada?

Le tigre - Deceptacon

Funk?

Mc Gi - Quer romance


Só quer beber? baixa tudo e seja feliz.


beijokas.;


Nayara Luchetti

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Dica de Livro


Uma dica de livro pro feriado é o "1001 filmes pra ver antes de morrer". Da serie 1001, que possui outras lista, esse de filmes é especialmente bom.

É divido por decádas e com certeza resume a história do cinema desde seu surgimento até 2007, o ano da publicação.

Para quem ama clássicos, filmes B ou só esta afim de curtir um filme de entretenimento, o livro não deixa a desejar, contém sinopses com uma pitada de crítica, características de direção e até curiosidades de backstage.

Para os amantes do cinema o mais legal é que no inicio ele possui um índice em forma de checklist, pra voce marcar os que ja viu, e quem sabe, conseguir completar os 1001.

Nayara Luchetti

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Investindo


Investir na bolsa de valores pode parecer uma coisa bastante complexa e chata, mas não é! Cada vez mais, jovens e "pessoas comuns" procuram esses tipos de investimentos e estão se saindo muito bem. É que além dos investimentos estarem mais difundidos existem diversas facilidades no meio econômico. Investir na bolsa de valores não requer fortuna nem experiência, o que mais conta é paciência, determinação e acima de tudo boa assessoria e vontade de aprender cada vez mais.


Existem diversas empresas especializadas em prestar atendimento e consultoria aos investidores em potencial, além de oferecerem palestras gratuitas, algumas ainda prestam o serviço sem cobranças, o lucro do profissional vem de acordo com o retorno do investimento, ou seja, uma porcentagem do lucro é repassada ao consultor.


O mais legal de tudo é que não existe mais aquele negócio de pessoas gritando no telefone, loucas, vermelhas e suando. Agora é tudo pelo computador e dá até pra acompanhar os investimentos em casa, via internet pelo Home Broker. Esse sistema pela internet existe desde o final da década de 90 e atualmente as operações podem ser feitas até mesmo pelo celular, através do Mobile Broker, é muita tecnologia, não?!




Ótima maneira de começar a pensar no futuro e ainda por cima ficar por dentro do mundo dos negócios, afinal mulheres de negócios são muito chiques!





Gabriela








quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Eleição ou Abstenção?

Entre votar e curtir o feriadão muitos dos "eleitores" brasileiros ficaram com a segunda opção

No último domingo todos os eleitores brasileiros votaram para a sucessão presidencial, quer dizer, nem todos. Apesar de o voto ser obrigatório em território nacional, para maiores de 18 anos com a documentação em dia, muitos optaram por justificar seus votos e deixar a eleição à mercê dos votos dos outros, sem necessariamente concordar com o resultado. O número de abstenção bateu recorde no segundo turno, com 21,47%, maior índice registrado desde 1989 quando o Brasil voltou a eleger seu governante de forma direta.

Em vista que na última eleição presidencial em 2006 o índice também foi alto, 18,99% dos eleitores não votaram no segundo turno, medidas para evitar esta abstenção eram necessárias. Primeiramente, a data que foi estipulada não contribui para a presença no segundo turno, pelo contrário estimula a ausência já que correspondeu a um domingo em meio a um feriado. Brasileiro que sempre gosta de dar seu jeitinho, prefere viajar e não votar, e o jeitinho da vez é justificar.

A justificativa para se ausentar nas eleições é outra medida que deveria ser melhor esclarecida para nós eleitores. É no mínimo ambíguo o fato do voto que é obrigatório poder ser justificado, se tornando não-obrigatório. A justificativa deveria ser mais bem apurada e utilizada em casos extremos. Aos políticos antes do pedido pelo voto faz-se necessária a demonstração da importância do exercício deste.
O pior disto tudo é que vamos nos deparar por longos quatro anos com a hipocrisia dos que não exerceram seu “poder” de voto questionando os aspectos políticos e econômicos do país. A conseqüência deste ato só vai ser refletida quando de alguma forma a política que será adotada pela nossa futura presidenta, Dilma Rouseff, atingir estes “eleitores” individualmente. Afinal, a abstenção foi uma decisão individual em uma questão coletiva, e é justamente aí que está o problema, enquanto se pensar em política individualmente em uma democracia não se pode esperar muito do eleitorado brasileiro.

Rafaela Righetti


Mudança



O seis pitadas surgiu como uma proposta de faculdade e no começo éramos seis futuras jornalistas metidas a blogueiras. Eu (Gabriela), Rafaela R., Rafaela A. e Nayara pensamos que continuar com o blog seria uma maneira de expor nossas opiniões e até mesmo expandir os assuntos que mais gostamos de conversar e garanto são muuuitos! Desse jeito a gente já aproveita o nome e o espeço do blog. A proposta atual não é seguir um padrão mas falar de qualquer coisa que dê na telha. É isso, espero que gostem!

Gabriela, Nayara, Rafaela A. e Rafaela R.
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